sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Crescimento Anormal do Bico da Calopsita


Um bico saudável é primordial para a sobrevivência de uma ave, pois é utilizado em todos os instantes, seja para alimentar-se, como para locomover-se ao escalar.

Qualquer anormalidade no bico pode fazer com que a ave passe a não utilizá-lo de forma apropriada, dificultando ou até mesmo impedindo de se alimentar normalmente.

As anormalidades que podem acometer o bico são :
- Angulação externa ou interna na apreensão,
- Bicos demasiadamente longos,
- Mandíbulas de formação anormal ou fendida, deformações, lesões, tumores, alteração de cor

Devemos estar atentos a qualquer sinal que detecte algum problema, o quanto mais cedo possível. A seguir alguns cuidados :
Diariamente observe o bico de sua calopsita, verifique se há alguma descoloração, rachadura e crescimento significativo;
Consulte um veterinário se você suspeitar de qualquer alteração para determinar a causa exata, se for o caso aparar o bico para permitir que o pássaro o utilize de forma plena;
Providencie brinquedos para ajudar seu pássaro a gastar a ponta do bico. Existem no mercado brinquedos apropriados para pássaros, feitos de madeira e outros materiais.

Deficiências nutricionais, infecções bacterianas, fungos, vírus e parasitas são apenas algumas das causas e é o que veremos a seguir.

CRESCIMENTO ANORMAL



O bico para uma ave é imprescindível, pois é com ele que a ave se alimenta, se movimenta e se defende. Se o bico tiver qualquer deformidade, vai impossibilitar que se alimente de forma adequada, tornando-a triste e doente, podendo morrer.

Nas aves de gaiola, a dificuldade de desgastar o bico pode provocar o seu crescimento anormal. O uso de pedras de cálcio, brinquedos feitos de madeira ajudam o pássaro nesse aspecto.

O crescimento exagerado do bico das aves é mais frequente ocorrer nos psitacídeos.

Fatores que propiciam o crescimento :

1) deficiências de vitaminas A e D 3 , de minerais (especialmente cálcio e fósforo) e de metionina.
2) dificuldade em desgastar o bico
3) má oclusão (de causa genética ou de traumatismo)
4) ácaros
5) problemas hepáticos
6) anomalias congênitas (que ocorre durante o desenvolvimento do embrião)
7) anomalias hereditárias (de ordem genética)


Tratamento :
1) tratar a causa;
2) manter periodicamente o tamanho do bico cortando (apenas por um veterinário ou criador experiente) ou lixando (com lixa de unha) a ponta do bico, caso contrário a ave terá dificuldade em se alimentar.

É muito importante a consulta de um veterinário, para orientação a respeito de uma alimentação correta , condições de alojamento, e o que deve ser proporcionado à ave para que se desenvolva e tenha qualidade de vida.

Aves com essa anomalia congênita não devem ser usados para procriação, pois essa falha genética pode ser transmitida aos filhotes.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Calopsitas - Acidentes Domésticos

Previna-se. A maioria dos acidentes com calopsitas podem ser evitados com medidas simples

acidentes com calopsita
Calopsita


Infelizmente, além dos infortúnios que a calopsita passa ao escapar da gaiola por negligência do seu dono, ainda continua sendo costumeiramente acometida pelas consequências de acidentes domésticos. Geralmente o alvo são as calopsitas domesticadas que, principalmente, vivem soltas pela casa, com asas aparadas ou não.

A calopsita tem, por natureza, comportamento desconfiado e se assusta facilmente com um barulho inesperado, um movimento brusco, voando em direção ao que considera mais seguro, ou muitas vezes sem direção, e aquelas que principalmente não têm um ponto de sustentação (asas mal aparadas) ou não tem habilidade para voar e desviar de objetos, acabam caindo dentro de uma panela com água, óleo, um balde com água sanitária, etc.

Não vou colocar fotos aqui de aves machucadas porque acredito que assim como me choca e me deixa triste, isso deverá ter o mesmo efeito sobre todas as pessoas que amam esses animais.

Mas vou citar os principais tipos de acidentes domésticos que podem acontecer com as calopsitas, para que todos os tutores possam ser capazes de evitá-los.

Vamos lá!

Calopsita que cai em : ÁGUA QUENTE, ÓLEO FRIO, ÓLEO QUENTE

Jamais deixe sua calopsita solta na cozinha quando estiver cozinhando, mesmo que ela esteja com as asas aparadas. Um toque de campainha, um sirene na rua, alarme ou até mesmo o som de um outro pássaro podem assustar sua ave e mesmo com a asa cortada ela poderá alcançar uma panela, frigideira ou um fogo aceso.
   
Pisar na Calopsita ou sentar na Calopsita

Infelizmente é um tipo de acidente muito comum. As calopsitaas são curiosas, adoram andar atrás de seus tutores, e são rápidas... uma hora estão aqui, outra ali. Como são pequeninas, esse tipo de acidente pode ser dos mais fáceis de acontecer com quem cria suas aves soltas. Muito, muito cuidado. Todo o cuidado ainda é pouco. Procure não deixar sua calopsita andando pela casa quando você estiver ocupado(a) com outra coisa, pois basta uma distração e um acidente fatal pode acontecer.

TORÇÃO DAS PATAS

Outro acidente domésticos infelizmente comum de acontecer é a torção da pata. Ocorre geralmente quando a calopsita tem a asa mal cortada, ou apenas uma asa cortada (perde o equilíbrio) e num momento de susto, perda de equilíbrio, a ave acaba caindo, e dependendo de como for a queda, uma das consequências é a torção do pé.

Isso também pode ocorrer com filhote novinho que ainda não tem um bom equilíbrio e é colocado em gaiola com a grade de chão, propiciando pisar em falso e acabar com torção da patinha.

Quando ocorre torção, fratura ou corte, o pássaro evita a todo custo apoiar a pata machucada no chão e andam mancando, porque sente dor, independentemente da gravidade. Nesse caso, a ave costuma ficar bem amuada, e a recuperação pode levar alguns dias. A calopsita ficará mancando e, para ajudá-la na recuperação, recomendo :

1) abaixar os poleiros (para permitir que a ave consiga, tenha mais facilidade, em subir no mesmo);
2) retirar a grade do chão da gaiola (se houver, claro), deixando a ave pisar diretamente no fundo da gaiola;
3) deixar o alimento e água bem à mostra;
4) evitar situações que permitam que a ave caia novamente e venha a piorar o quadro clínico (andar com a ave no ombro, evitar que a ave se assuste, etc.);
5) pomada de arnica sobre o local, camada bem fina, como medida de emergência imediata.
6) pode oferecer Arnica Montana 12CH glóbulos (encontra apenas em farmácias homeopáticas), 3 (bebedouro pequeno) a 5 glóbulos (bebedouro grande), não usar o produto em gotas porque a diluição é feita em álcool e as aves não bebem, caso a ave esteja bem sentindo muita dor (a ave fica amuada, sem querer se mexer muito) pode diluir uma gota de dipirona em uma colher de sopa de água, e dessa mistura oferecer ao pássaro de uma a duas gotinhas no bico, de 6 em 6 horas.

obs.: É importante o veterinário avaliar o pássaro para saber se é apenas torção ou pode ser uma fratura, pois neste caso existe a necessidade de colocar uma tala.

Corte corretamente a asa de sua calopsita para evitar esse tipo de acidente.

FRATURA DAS PATAS

A fratura não é um acidente comum de ocorrer, e fica a dúvida se o pássaro apenas torceu o membro ou houve fratura. Somente um veterinário consegue avaliar se ocorreu fratura, muitas vezes através de raio-X.

O procedimento é verificar se o pássaro consegue mexer os dedos, mesmo que só um pouco, pois em caso positivo as chances de não ter havido fratura aumentam.

Se você perceber que a ave sente muita dor (fica arrepiada, amuada, sem querer se mexer muito) pode ser misturada uma gota de dipirona em uma colher de sopa de água, e dar de uma a duas gotas no bico de 6 em 6 horas.

Leve sua calopsita a um veterinário para avaliação, pois quando ocorre fratura é necessário reposicionar o osso e utilizar tala antes que o osso comece a cicatrizar.


MACHUCADOS NAS ASAS

A calopsita é um ave que se assusta facilmente, por sua própria natureza. Quando isso ocorre, a ave pode se debater na gaiola, ou se estiver fora dela, bater contra a parede, vidro da janela, etc., dessa forma vindo a machucar partes de seu corpo. Isso pode ocorrer tanto em aves mansas ou não.

Geralmente são as asas que são as mais atingidas. Quando há penas em crescimento nas asas, esses canhões acabam se quebrando e sangram. A calopsita com asa aparada é a mais susceptivel, isso porque quando nasce uma pena nova no meio de penas cortadas, quebrá-la é muito fácil.

Em situações que o sangue não pára imediatamente por si só, é necessário estancá-lo comprimindo a região com um algodão seco ou gase. Quando a ave está machucada, mesmo assim ela ainda pode continuar a se debater dentro da gaiola querendo fugir de nosso contato, portanto, é importante mensurar se vale a pena realmente a pena pegá-la nesse momento ou aguardar até o estresse diminuir e ficar mais calma, principalmente se tratando de ave arisca. Temos que pensar que quanto mais rápido a calopsita voltar ao seu comportamento normal (alimentar-se, movimentar-se na gaiola) mais rápido também é sua recuperação.

Quando for pouco sangue e o machucado superficial, limpe a região com algodão umedecido em água morna ou soro fisiológico), deixe secar e passe um antisséptico para não infeccionar.

Depois de alguns dias, é adequado verificar se há canhão inflamado (com sangue no seu interior) pois a ave fica incomodada, bicando a asa com frequência, porque sente dor), nesse caso deve se arrancado e o folículo (a região da pele de onde sai o canhão), que provavelmente também está inflamado, deve ser tratado com medicamento adequado (costuma-se usar pomada cicatrizante). Só devemos arrancar os que estiverem inflamados e incomodando a ave

Remover penas das asas sempre vem acompanhado de sangramento. Por isso, é sempre bom envolver (imobilizando) a ave com uma toalha, deixando somente a asa descoberta e, com o auxílio de uma pinça, puxar a pena de uma única vez, deixando ao lado pedaços de algodão para pressionar levemente por alguns instantes a região e ajudar na limpeza do local.

Indico a você levar a ave a um veterinário para melhor avaliação da região machucada.

Com o objetivo de minimizar essas ocorrências, oriento evitar situações que a ave possa vir a se assustar, como por exemplo: animais por perto, movimentos rápidos, gritos, uso de chapéu e óculos escuros, etc. 

FRATURA NAS ASAS

Acidente infelizmente comum de ocorrer, principalmente dentro da gaiola (a ave prende a asa entre as grades).

Para uma melhor avaliação, é necessário realizar raio X do membro. A formação do calo ósseo depende do local da fratura na asa e o estado das pontas do osso quebrado. Dependendo do caso, uma simples imobilização pode resolver o problema, mas muitas vezes torna-se necessário cirurgia para a colocação de pino ou fixador externo.

Caso nada seja feito, ou se for adotada a técnica errada, ou se o procedimento for feito de modo incorreto, a asa ficará caída e impedirá da ave voar plenamente. 
 
INGESTÃO DE OBJETOS ESTRANHOS  
 
Sempre é bom relembrar algumas regras para quem tem calopsita e que fica livre andando pela casa. A ave pode bicar algo tóxico (plantas venenosas), ingerir materiais que encontrar, e em muitos casos pode ser fatal. Mais uma vez aviso a todos que precisamos ficar atentos 100% do tempo quando a ave estiver solta pela casa, e isso implica dispor do tempo apenas para ela, e dessa forma evitarmos os acidentes domésticos.

Como melhorar a interação com a calopsita

Aprenda a melhorar a interação com sua calopsita

As calopsitas são aves inteligentíssimas. Quase iguais ao papagaio, quando confiam nos tutores elas aprendem a falar algumas coisinhas, assoviam músicas, voam até o dono e chegam até a comer em sua mão. Tudo se o proprietário separar o tempo necessário para interagir de maneira carinhosa com estes lindos pássaros.
Calopsita mansa
Calopsita Silvestre

Segundo a médica-veterinária Magda Izidio de Souza, da Clínica Veterinária Fênix, um adestramento com qualquer ave, de qualquer porte, deve ser feito na base da confiança. “É uma situação nova para ela, então ela tem medo do dono, de ficar sozinha, de muitas coisas. O dono precisa sempre acalmar a ave e deixar que ela se sinta bem e à vontade”, afirma.
O ideal é interagir em um ambiente tranquilo, com poucos ruídos. O tempo para as calopsitas também deve ser considerado. “Estes animais não conseguem se concentrar por mais de 15 minutos, então cada sessão deve ser feita dentro deste período”. Além disso, a pessoa precisa tomar cuidado para sempre fazer movimentos suaves perto do pássaro. Deixar com que, aos poucos, o animal se acostume com sua presença por perto.
Com o tempo, a ave vai adquirindo confiança em seu dono. Aí é o momento de observar o comportamento do animal e imitá-lo. Se ela cantar e emitir sons ao seu lado, tente fazer o mesmo de volta. Quando ela abrir as asas, abra os seus braços. Tudo para ajudar a melhorar o relacionamento entre os dois.
O próximo passo é oferecer alimentos na mão, como sementes, para ela comer. Enquanto ela estiver se alimentando, o dono aproveita para fazer bastante carinho em seu pet. Elogios e falas doces também são bem-vindos. “O proprietário deve posicionar a mão entre o peito e as duas pernas do pássaro – o que seria o “abdômen” dela – para isso”. Magda aconselha que este tipo de sessão seja feito próxima ao viveiro do pet. “Este é seu porto seguro. A ave pensa: ‘bom, se acontecer alguma coisa, eu tenho um lugar para ir’. Então, se ela se desesperar, você a coloca de volta.”
Depois de seguidas sessões, o tutor já pode tentar com que ela voe até sua mão. Uma dica é o usar uma luva de couro, evitando quaisquer machucados. Outro cuidado é o posicionamento do viveiro, que deve ficar na altura dos olhos. Dessa maneira, dono e ave ficam na mesma altura, e dá mais confiança para ela voar até ele. Se ela o fizer, não se esqueça de recompensar seu animalzinho. Uma boa recompensa para as calopsitas são as sementes de girassol, que elas gostam bastante.
O dono não pode ter pressa durante o processo. Magda garante que o segredo para a relação fluir é repetir à exaustão essas dicas, durante meses, para chegar neste nível de interação com seu pet.
Com aves jovens, o processo descrito costuma correr mais tranquilamente. Já as adultas podem ser um pouquinho mais complicadas. “O dono não sabe qual tipo de trauma esta ave pode ter sofrido. Ela pode ter vindo de uma casa onde gritavam com ela e a ameaçavam. Sem saber este histórico, pode ser mais demorado criar a relação de confiança”.
Se, mesmo seguindo estas dicas, a interação não correr como planejada, nunca seja rude com o animal, gritando ou fazendo movimentos bruscos perto dele. Pense em sua responsabilidade como tutor e nunca maltrate o seu pet! “A ave encara isto como perigo de vida para ela, e vai se encolher e fugir do dono quando o ver”, diz a especialista.
Fonte: http://portalmelhoresamigos.com.br

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Calopsita que atende pelo nome de Tico está desaparecida

Quem puder compartilhar estará ajudando o seu próximo!

Essa calopsita desapareceu de uma casa que fica na rua Major Manoel de Mattos perto do supermercado Marini (São Carlos). Seus donos estão muito preocupados e procurando pelo pássaro que atende pelo nome de Tico.
Quem tiver alguma informação sobre o Tico pode ligar para: 981463113 ou 3368-8912.
Falar com Fabiane ou Maria.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Varie a alimentação de sua Calopsita

Calopsitas e outras aves de bico curvado precisam de outros alimentos, além de sementes

As calopsitas e outros psitacídeos (pássaros de bico curvado) precisam de muito mais que sementes para se alimentar bem. O veterinário Rodrigo Ferreira, especializado em aves e animais silvestres, sugere oferecer uma mistura de até seis sementes por dia. “Elas devem ser um petisco para as aves, e não a fonte principal de nutrientes. As calopsitas podem comer ração, vegetais, verduras de folhas escuras e frutas, exceto o abacate, pois é muito calórico”, orienta

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Adestrar calopsita: Veja o que ela pode aprender e como ensinar!


Sabia que a calopsita pode além de assobiar, falar e fazer truques? Veja aqui dicas de como adestrar calopsita
Ter um animal silvestre em casa é um privilégio e as calopsitas já conquistaram o coração dos humanos. Elas são companheiras, inteligentes, amáveis, adoram ficar com os donos e muito carinhosas. São aves lindas, coloridas, sabem cantar e podem aprender diversas coisas, brincadeiras e músicas. Há as calopsitas mansas e as bravas. As mansas são as ideais para ter em casa e receber o adestramento. As calopsitas bravas dificilmente vão se amansar e aprender algo com os donos, elas são mais arredias e não sociáveis. Aprenda a seguir as dicas e truques para treinar sua calopsita.

O que posso ensinar minha calopsita?

Elas são aves provenientes da Austrália que foram domesticadas e por isso hoje e possível adestrar calopsita. Sua versão apropriada para ter em casa são as calopsitas mansas, que são ótimos pets para crianças aprenderem a lidar com animais delicados e amáveis. Elas são ideais para quem não pode ter animais que demandam muito trabalho. As calopsitas não incomodam vizinhos, seu assobio é discreto e não muito alto, não fazem muita sujeira, comem pouco e são muito higiênicas.
Ao adquirir uma calopsita, para ela aprender as coisas do seu jeito, o ideal é pegar uma filhote e macho. As fêmeas não costumam cantar, só os machos, por isso, se você quer ter em casa sons de assobios e cantorias, adquira um macho, de preferência. As calopsitas estão aptas a começar a prender os truques e músicas a partir dos seus 4 meses de vida.
las podem aprender a:
  • cantar
  • imitar sua voz
  • assobiar músicas inteira
  • imitar alguns de seus movimentos
  • chamar o nome do dono
  • vir ao seu encontro quando você diz o nome dela
  • ficar no ombro
  • ficar no seu braço e te fazer companhia.

Adestrar calopsita: Quais os primeiros passos para começar?

Quando sua calopsita novinha chegar em casa você precisar dar alguns dias para ela se ambientar e entender que ali é o seu novo lar. Nos primeiros dias ou semanas ela pode ficar um pouco quieta demais, assustada e às vezes arisca. Tudo isso é normal, comum e esperado!

Nos primeiros dias

Para ambientá-la nos primeiros dias vá sempre perto de sua gaiola fechada, sem movimentos bruscos e com delicadeza. Fale baixinho com ela, dê comida sempre por fora para não invadir o espaço dela, assim ela se sentirá protegida e segura. Converse com ela por alguns minutos por dia, não a deixe sozinha em um cômodo, mantenha sempre ela num cômodo com movimento, para que ela se acostume com a rotina da casa e as pessoas. Seja sempre delicado nos primeiros dias e fale de forma mansa com ela.

Comece com calma

Após os primeiros dias ou semanas você já pode tentar interagir com ela com a gaiola aberta. Mas você deve sentir o seu pássaro. Chame com delicadeza, se você ver que o pássaro está assustado e tremendo, se afaste e mantenha contato mais de longe. Estressá-lo não é a melhor forma de conquista-lo.
Tenha alguma comidinha que ele goste na mão e o chame até perto de você. Sempre que oferecer algo que ele goste de comer ele se agradará e confiará mais em você. Após isso, com os dias, coloque o seu dedo indicador na parte entre o peitoral do pássaro e seus pés, automaticamente ele vai subir como se fosse um poleiro. Pode ser que nas primeiras vezes ele não faça isso, mas tente todos os dias um pouco que com o tempo ele vai confiar e subir.

Treine todos os dias

O ideal é que você interaja e adestre o seu pássaro cerca de 10 a 15 minutos por dia. Não há a necessidade de ser mais do que isso porque esse é o tempo de memória maior e concentração dele. Quinze minutos por dia é o ideal para esses primeiros treinos.

Imite seus movimentos

Quando chegar perto da gaiola dele imite seus movimentos. Os pássaros adoram isso! Quando ele abrir as asas, abra os braços, dê tchau com a mão, alguns aprendem a levantar o pezinho e fazer o mesmo movimento, alguns também aprendem a bater o pezinho no chão no ritmo da música. São diversos movimentos de repetição que eles podem aprender.

Ensinando músicas

As calopsitas macho são ótimos reprodutores de músicas em forma de assobio. Algumas conseguem até imitar o som de voz também, mas são casos mais raros.
Para ensinar sua calopsita alguma música há em petshops cd’s próprios para isso, com assobios de músicas inteiras que você pode colocar para repetir. Há calopsitas que aprendem o hino nacional inteiro e não só um trecho dele. O ideal é você colocar perto de sua gaiola a música que você quer que ela aprenda para repetir por 15 minutos por dia.
Coloque a calopsita para aprender uma música de cada vez. Assim que ela aprender uma, você pode começar a ensinar outra. Não a coloque para aprender várias músicas de uma vez, ela pode misturar os ritmos.
Fonte: http://www.tudosobrebichos.com/