Seleção de fotos encontradas da internet com as calopsitas de mutação mais raras conhecidas.
terça-feira, 30 de abril de 2019
quinta-feira, 25 de abril de 2019
Como saber se minha Calopsita está doente ?
Saiba identificar quando sua calopsita pode não estar bem
Natural da Austrália, a Calopsita é a menor ave da família das Cacatuas. Tem o nome científico: Nynphicus hollandicus que significa ‘Deusa da Nova Holanda”, nome da Austrália até o início do século XIX. É um pássaro pequeno, leal e que consegue desenvolver uma íntima relação com o dono. Dentre as aves para se ter como bicho de estimação, essa é uma das opções ideais.
Para se criar com tranquilidade um pet, como uma ave em geral, não basta comprar brinquedos, suplementos e vitaminas. Deve-se conhecer o comportamento desses animais para entender suas necessidades, respeitar sua fisiologia e saber quando a saúde não está bem. Portanto, para saber se a ave está doente ou não, basta analisar o seu comportamento. Uma ave adoentada permanece quieta, com as penas ligeiramente eriçadas, os olhos fechados completa ou parcialmente. Também recosta a cabeça nas costas ou a esconde sob a asa. Nesse ponto, é importante encaminhá-la para uma consulta com um médico veterinário.
Outros aspectos importantes para observar quando se for verificar o estado de saúde desses animais, é analisar o estado e a quantidade das fezes. Calopsitas são extremamente propensas a ter diarreia e infecções intestinais. O aspecto normal das fezes é uma parte esverdeada (composto de origem intestinal) e uma parte esbranquiçada ou transparente (origem renal). Se as fezes se tornarem pretas, aquosas, ou com qualquer outra cor, sem que haja mudança brusca na alimentação, bem como se diminuírem de quantidade, deve-se suspeitar de algum problema de saúde, que é o mais provável.
A Calopsita, como as aves em geral, são extremamente sensíveis a infecções, principalmente coccidiose. Causada comumente pelos agentes Eimeria sp. e Isospora sp, que danificam a parede do trato intestinal e provocam diarreia e causam dificuldade de absorção de nutrientes.
Como o exame para identificar esses agentes depende da visualização deles no microscópio ótico, o melhor meio para se coletar as fezes dos animais é colocar folhas brancas e limpas no fundo da gaiola ou viveiro, durante dois a três dias, e encaminhar para o médico veterinário. Se for pegar material em um viveiro, pode-se fazer o pool das fezes das aves, ou seja uma coleta, e o diagnóstico será feito de todo o grupo, com o consequente tratamento uma vez que essas doenças são extremamente infecciosas, pois assim, mesmo se algum animal ainda não estiver infectado, as chances de desenvolverem a doença por partilharem do mesmo ambiente, são enormes.
Fonte: https://www.petlove.com.br
quarta-feira, 6 de março de 2019
Aprenda a Fazer a Ovoscopia e Saiba se os Ovos Estão com Filhotes
A ovoscopia é um procedimento muito simples, porém muito importante para o processo de reprodução de qualquer pássaro. Através da ovoscopia podemos verificar se os ovos estão realmente galados, e caso não estejam, podemos retirar estes ovos do ninho, fazendo com que o casal de pássaros possa iniciar uma nova postura, com isso você ganhará tempo evitando que a fêmea fique chocando ovos que não irão gerar nenhum filhote.
O que é ovoscopia?
A ovoscopia consiste basicamente em colocar os ovos contra uma fonte de luz, como lanternas ou lampadas, de preferência estando em um local escuro, com isso será possível ver o interior do ovo e por consequência a presença ou não do embrião.
Você poderá fazer ovoscopia em ovos de galinha, canário-belga, calopsita ou qualquer outro pássaro, desde que eles não sejam muito bravos e fiquem sempre dentro do ninho, pois isso com certeza iria atrapalhar o acesso aos ovos. Na imagem abaixo você poderá ver um ovo infértil, ou seja, não irá nascer nenhum filhote.
Dá para ver claramente a gema no interior.
Na imagem abaixo você poderá ver um ovo fértil, note a presença de raios de sangue e o começo da formação do embrião. Além disto, quando o embrião já estiver mais formado, o ovo perderá o aspecto amarelo e ganhará um tom mais escuro. Este ovo está sendo chocado a cerca de 4 ou 5 dias, e é de um casal de periquito-australiano.
Quando e como fazer ovoscopia?
A ovoscopia deve ser feita a partir do 5º dia, antes desse tempo será mais difícil visualizar o embrião. Para fazer ovoscopia podemos utilizar qualquer fonte de luz, como as lanternas, lampadas e até mesmo a luz de uma vela. Existem algumas lanternas próprias para a ovoscopia, elas são mais finas e cumpridas, contudo elas tem um custo um pouco mais elevado.
Você poderá comprar uma lanterna como esta, que está a venda em diversas lojas, e ela servirá perfeitamente. Este modelo em específico é bastante útil, pois dá para testar os ovos sem pega-los ou até mesmo abrir a gaiola, pois basta passar a lâmpada pelas grades da gaiola e fazer o teste da ovoscopia. O cabo da lanterna é bem flexível e pode ser dobrado para qualquer posição.
Na próxima imagem você poderá ver o desenvolvimento de um embrião. Na imagem foram necessários 21 dias para o nascimento do pássaro. Mas nem todos são iguais. Um canário-belga leva de 13 a 14, portanto há diferenças no desenvolvimento de cada pássaro.
Principais causas de morte de filhotes nos ovos de pássaros
- Causas Ambientais: Local com pouca ventilação ou sujeira e pó em excesso, acaba contaminando o ovo e matando o embrião;
- Causas de Manejo: Pegar o ovo com a mão suja ou suada, sacudir o ovo, mudanças bruscas de temperatura. Tenha cuidado ao fazer a ovoscopia, é melhor fazer dentro do ninho, evitando movimentar em excesso o ovo;
- Causas Nutricionais: Falta ou excesso de vitaminas, busque sempre fornecer uma alimentação balanceada;
- Causas Infecciosas: Causadas por bactérias que podem levar a infertilidade de machos e fêmeas, ou morte de embriões no ovo. Destaca-se a mycosplamose e bactérias secundárias encontradas no meio ambiente e nas nossas mãos.
Fonte: https://casadospassaros.net/aprenda-a-fazer-a-ovoscopia
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
Calopsita arracando as penas
Infelizmente, ainda na atualidade, trata-se de um mistério dentro da medicina veterinária. Mas quando este problema nos bate à porta, das duas uma: ou nos habituamos ao fato da nossa Calopsita viver sem penas ou então procuramos ajuda veterinária, o que nem sempre é fácil.
Vamos aprender as principais causas deste problema e alguns métodos de tratamento. O ato de arrancar as penas é um fenômeno pouco entendido até mesmo pelos profissionais de medicina de aves. Existem muitos casos que são verdadeiramente impossíveis de se diagnosticar corretamente, fazendo-se apenas um tratamento sintomático! Mas afinal, que história é esta da minha Calopsita arrancar suas próprias penas?
Definição
Trata-se de um comportamento anormal e aberrante que certas aves (normalmente psitacídeos – Calopsitas, papagaios, lóris, araras, etc.) exibem e que consiste na mastigação ou mutilação das suas próprias penas ou das do seu companheiro mais próximo.
As primeiras são facilmente identificáveis, pois sobram as penas da própria cabeça (o bico não chega lá!).
Não devemos confundir esta patologia com a mastigação normal das penas velhas durante a muda. Portanto não se assuste se vir uma pena no bico da sua Calopsita!
Sintomas
Estas Calopsitas que possuem este horrível vício têm uma aparência horrível, começam por morder as penas das patas ou as do peito, outras adoram as penas das asas ou mesmo as da cauda. Em qualquer uma delas o aspecto é sempre de uma ave desmazelada com as penas desalinhadas, e com vários graus de perda de penas pelo corpo.
Possíveis causas
Representam 35 a 40 por cento dos casos. Muitas vezes, os donos não permitem fazer todas as análises possíveis para determinar a verdadeira causa, portanto é provável que esta percentagem seja bem maior.
O problema mais vulgar é a má-nutrição. Se você tem um cão ou um gato compreende isto muito bem: não é verdade que o seu animal, se pudesse, comeria só carne e bolos? Com as Calopsitas acontece o mesmo. Eles se viciam em determinada semente ou fruto e depois é difícil convencer a ave de comer toda determinada variedade de alimentos que as rações comerciais têm disponíveis.
Se a sua Calopsita for fã de sementes oleosas (girassol, por ex.) é fácil ficar obesa e isso é uma das principais causas de arranque de penas. Isto porque (segundo esta teoria), a acumulação de depósitos de gordura subcutânea pode irritar a pele.
Estes animais voltam a ter a plumagem bonita quando o seu peso volta ao normal após uma dieta específica.
As aves mais propensas são as Calopsitas e os papagaios. Caso a dieta contiver níveis inadequados de certos componentes alimentares essenciais à muda, tais como arginina, riboflavina, niacina ou selênio, poderá causar stress na plumagem.
As raízes das penas vão-se ressentir e ao fim de algumas semanas a sua antes tão linda Calopsita estará se auto-depenando. Outro caso interessante é daquelas Calopsitas completamente doidas e psicóticas que adoram o sabor das penas. Chegam mesmo a emitir um som de alegria quando saboreiam o gosto da pena recém arrancada.
Este comportamento pode ser interpretado como picacismo, uma condição que resulta da falta de minerais essenciais (zinco por ex.).
Mas tome cuidado! Não lhes dê tanta vitamina, pois se a ração comercial que você utiliza estiver dentro do padrão alimentar recomendado pelo fabricante você não necessitará suplementar. Isto poderá conduzir a uma doença hepática ou pancreática com conseqüências graves, uma das quais é arrancar as penas.
Normalmente após a dieta voltar ao normal, a saúde da ave também voltará. Existem também doenças infecciosas que poderão induzir ao arranque das penas. Entre elas destacamos: A aspergilose (fungo que se deposita nas vias respiratórias), Candidíase (levedura) e infecções bacterianas.
As Calopsitas são propensas à giardíase (protozoário intestinal que dá muito comichão) que se pode manifestar pelo arranque de penas sobre as asas, costas ou no ventre. Doenças do fígado poderão causar comichão na pele das pessoas e aparentemente o mesmo acontece nas aves. Isto poderá acontecer quando há extravaso de ácidos biliares do fígado para o sangue, que quando em circulação nos vasos subcutâneos dá origem a prurido.
O diagnóstico é fácil, basta pesquisar os tais ácidos biliares em uma amostra de sangue. Qualquer outra doença que cause inflamação do organismo, seja em qualquer região do corpo, poderá sugerir à Calopsita para arrancar as penas. Por outro lado este vício conduz a infecções secundárias que poderão também produzir toxinas e mais comichão ainda, agravando o ciclo vicioso. Parasitas tais como ácaros ou piolhos são extremamente raros, mas jamais deverão ser descartados pelo veterinário. Para um diagnóstico mais seguro, podem-se fazer esfregaços das raízes das penas, análises do sangue, radiografias, endoscopia ou biópsias da pele.
Outra causa deste mal que assola muitos criadores são as alergias. Sim, a sua Calopsita pode sofrer de alergia inalatória (pólen, bolores) e mesmo ser alérgica ao fumo do tabaco (existiu um caso no E.U.A, de um papagaio amazonas que tinha alergia nas patas porque o dono segurava-o com as mãos “sujas” de cigarros).
Além disso, as Calopsitas podem se contaminar com alergia umas das outras ou de outros animais. Alergias alimentares é um campo praticamente desconhecido, mas sabe-se que algumas aves são alérgicas aos corantes de certas rações. As aves alérgicas respondem bem a banhos de água com babosa.
Intoxicações são outras possíveis causas, normalmente quando as Calopsitas roem tinta descascada de parede ou outras superfícies.
Os metais pesados são muitas vezes responsáveis (chumbo, cobre e até mesmo zinco). Outra forma de intoxicação é a inalação ou ingestão de produtos de limpeza que estejam em seu alcance.
Causas emocionais
Apesar de extremamente subjetivo, vamos apresentar algumas situações que poderão conduzir ao stress e arranque das penas. Muitas pessoas tendem a acariciar demais uma Calopsita recém adquirida pelo menos durante os primeiros 12 meses.
Depois de passada a novidade, alguns deixam de prestar tanta atenção, até porque certas pessoas enchem-se de expectativas acerca dos seus animais de estimação e quando eles não correspondem a essas expectativas, o pássaro pode acabar ficando em segundo plano.
Em outras situações a entrada de uma outra ave, ou animal de estimação ou até mesmo quando o dono decide casar e ter filhos, a atenção passa a ficar dividida, a ave enche-se de ciúmes e frustração e passa a arrancar as penas para chamar a atenção.
É engraçado que uma Calopsita que conviva sozinha com uma família acabe escolhendo apenas um membro favorito como seu parceiro.
Muitas vezes o arrancar das penas traduz uma frustração sexual. A separação da ave do seu companheiro humano pode ser uma experiência traumatizante.
Se outros humanos estiverem assistindo às sessões de brincadeiras com o dono predileto, eles poderão ser encarados como intrusos no seu relacionamento, podendo ser rechaçados a bicadas e expressões de desafio.
Algumas Calopsitas deliciam-se em arrancar as penas somente para ver o dono correr preocupadamente para elas. Especificamente neste caso, você não deverá estimular este tipo de comportamento, e não lhe deve dar importância, simplesmente ignore. Verá que esta reação terá benefícios em longo prazo.
A título de prevenção, não dê atenção exagerada para sua Calopsita se não puder manter esse cuidado constantemente. Brinque com ela entre 1 a 2 horas por dia, mas o resto do tempo permita-lhe ter a sua própria independência.
Deixar a televisão ou o rádio ligado perto das Calopsitas é um fator positivo que estimula tanto a visão como a audição das aves prevenindo o aborrecimento.
Sobretudo não subestime a inteligência destes animais. Um ser vivo tão esperto e ativo como as Calopsitas, é de se esperar que desenvolva problemas comportamentais tais como arrancar as penas ou guinchar caso se aborreça dentro de uma gaiola por falta de atenção ou estímulos para a brincadeira.
Falta de água e luz solar
Existe um mito popular afirmando que se uma Calopsita se molhar ou apanhar uma corrente de ar poderá morrer. Isto é falso! As Calopsitas necessitam tanto de banhos regulares, como de luz solar (ou pelo menos luz artificial que imite a luz natural).
Principais causas do arranque de penas
- Má nutrição;
- Obesidade;
- Excesso de vitaminas;
- Doença do fígado ou pâncreas;
- Aspergilose;
- Candidíase;
- Giardíase;
- Infecções de pele por estafilococos;
- Intoxicações por zinco, chumbo ou cobre;
- Irritação por causa de detergentes de limpeza;
- Alergias alimentares;
- Alergias a outros animais;
- Alergia a tabaco ou outros fumos.
Dê banhos de torneira em sua Calopsita pelo menos uma vez por semana, especialmente no Verão, pois além de quente o nosso clima é muito seco nessa época do ano. As Calopsitas são as aves que necessitam muito de banho, uma vez que a sua pele produz uma espécie de caspa que deverá ser removida regularmente para que não provoque comichões.
A radiação ultravioleta é importante para a conversão da vitamina D essencial para haver uma boa absorção de cálcio no intestino. A luz solar tem outros papéis preponderantes no metabolismo delas, mas que somente agora a ciência começa a descobrir. Portanto se não puder fornecer luz solar direta (sem ser por meio do vidro da janela), adquira uma boa lâmpada fluorescente específica para o efeito.
Alterações ambientais desencadeadoras de stress
Se bem treinada a Calopsita irá obedecer á vários comandos (Do tipo: “dá a pata” ou “para cima” ou “para baixo” etc.) isso dará segurança emocional ao animal. Se a sua ave viver anos a fio no mesmo sítio, exposta às mesmas condições e de repente haver alterações radicais no seu meio onde vive, é quase certo que vai haver arranque de penas.
Obras em casa, viver numa cozinha cheia de fumos e condimentos fortes, crianças abusivas que não respeitam a ave ou ainda morar numa casa em que o casal não se entende e a ave é que “paga o pato”.
Tudo isto e o que o caro leitor possa imaginar, é mais que suficiente para transformar uma linda ave de estimação em uma ave careca.
Mude a gaiola de lugar regularmente. Troque os brinquedos com freqüência. Leve-a para passear fora sempre que a temperatura ambiental permitir.
Tratamento para as aves que arrancam as penas
Primeiramente, quando não há um diagnóstico correto, não há tratamento eficaz. Os exames poderão ser parciais ou verdadeiramente impossíveis de serem efetuados em certas clínicas. Mas se realmente esses testes derem positivo, não somente tratarão com eficácia o problema das penas como provavelmente salvarão a vida de sua Calopsita.
Somente quando todas as análises efetuadas derem negativas é que se poderá pensar em problemas psicológicos. A causa mais comum é realmente a dieta, portanto a sua resolução não é dispendiosa.
Não esqueça de fornecer uma boa ração orgânica completa e específica para Calopsitas (e acima de tudo, que nem só de sementes vive a ave!).
Antiinflamatórios naturais tais como a babosa são muito úteis, quer no banho ou por meio de aspersão (1ml em um litro de água). Não se esqueça dos banhos regulares. Não é normal uma Calopsita detestar água. Habitue ela desde cedo.
É claro que estes problemas possuem um tratamento específico (antibióticos, antifúngicos – por vezes a terapia poderá durar aproximadamente 6 meses! E a giardíase responde bem ao metronidazol).
Caso você suspeite que o problema de sua Calopsita seja alérgico, o melhor é remover a ave para outra casa durante 3 meses. Se houver melhoras você terá que descobrir o alérgeno responsável (caso seja o fumo, este poderá levar a conseqüências drásticas).
No entanto, se você suspeita de problemas comportamentais, deverá consultar o seu veterinário em busca de aconselhamento. Sobretudo nada de mimar a sua Calopsita exageradamente, para meses mais tarde não lhe dar mais importância alguma.
Apenas dê atenção á ela o suficiente que você saiba que poderá manter. Castigue o mau comportamento (basta colocar a ave num quarto às escuras durante alguns minutos, fora da atenção do dono). Recompense o bom comportamento com atenção e guloseimas (frutas frescas).
Em última instância pode-se recorrer aos medicamentos psicotrópicos para acalmar o comportamento negativo da ave (prozac por ex). Algumas Calopsitas reagem muito bem, outras reagem mal e outras nem sequer lhes faz nada. Portanto caro leitor, estamos perante um problema complexo. Afinal não é só o piolho que faz cair à pena! Pouco se investiga nesta área (claro que muito menos em nosso país!). Colabore diretamente com o seu veterinário em busca
da melhor solução.
http:// https://universodascalopsitas.blogspot.com
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
10 alimentos proibidos que devem passar longe da dieta das aves
Chocolate, alho, cebola e abacate são alguns exemplos de alimentos que não fazem bem para a saúde das aves
Algumas espécies de aves são bem sociáveis e podem ser criadas fora da gaiola, como é o caso das calopsitas e dos papagaios. Nesses casos, é comum os donos deixarem eles soltos pela casa, interagindo com todos os familiares. O problema de dar muita liberdade ao animal é ele acabar comendo algum alimento proibido e ninguém perceber. Em outros casos, o dono oferece a comida sem saber as restrições.
Existem muitas comidas humanas que são consideradas venenosas para as aves. Algumas delas são prejudiciais à saúde e outras podem ser fatais. Para evitar que a ave sofra por causa de um mero descuido, é importante conhecer previamente os alimentos proibidos para deixá-los longe da dieta do pet.
Chocolate
Apesar de ser delicioso para os seres humanos, o chocolate é estritamente proibido para qualquer animal de estimação. Esse alimento é potencialmente tóxico e sua ingestão afetará o sistema digestivo do pássaro, que é intolerante a ele. Os primeiros sintomas são diarreia e vômito. Conforme a doença progride, o sistema nervoso será afetado, causando convulsões e até mesmo o falecimento do pet.
Álcool
É de se esperar que nenhum dono responsável ofereça álcool para seu pet. Porém, essa bebida está na lista porque existe a chance das aves curiosas encontrarem garrafas perdidas pela casa. A ingestão dessa substância afeta o sistema imunológico e os órgãos, podendo ser fatal. Por isso, mantenha a ave longe do alcance do animal e, quando for servido em casa, coloque-a na gaiola.
Alho e cebola
Esses alimentos são muito comuns na dieta do brasileiro, porém, quando se trata das aves, o consumo causará vômitos, diarreia e outros problemas digestivos. Dessa forma, evite guardar alho e cebola em locais baixos ou fora de recipientes fechados, isso aumenta a chance do animal conseguir pegar.
Sal e açúcar
Todos os animais precisam de sódio e açúcar na dieta, porém de maneira natural e controlada. O consumo dessas substâncias industrializadas e em grande quantidade pode levar a uma série de problemas, como danos digestivos e renais. Certifique-se de fiscalizar a quantidade de alimentos doces e salgados que são ingeridos pelo pássaro.
Cafeína
Todas as bebidas que contenham cafeína, como refrigerantes, café e chás são proibidos. Permitir que sua ave tome um gole do seu copo pode ser extremamente perigosos. A cafeína provoca diversos problemas cardíacos, como aumento da frequência do coração, arritmia, hiperatividade e parada cardíaca.
Abacate
Existe uma discussão sobre o grau de toxicidade do abacate. No entanto, como a casca e a poupa geralmente causam insuficiência cardíaca e hepática, é melhor prevenir e não oferecer à ave. Existem muitas outras frutas que fazem bem às aves, melhor dar prioridade a elas.
Sementes de maçã, peras, damascos, cerejas e pêssegos
Frutas como maçã, peras, cerejas, damascos e pêssegos contém pequenas quantidades de cianeto dentro das sementes. Esse mineral é altamente venenoso para aves e jamais deve ser ingerido. Por outro lado, o fruto e a polpa são recomendáveis para a dieta.
Na hora de oferecê-los, lave bem o alimento para retirar o máximo de agrotóxico da casca e corte para remover todas as sementes. Prefira dar a fruta em cubos.
Feijão cru
Não há nenhum problema em oferecer feijão cozido para a ave. Inclusive, é um alimento que ela aprecia. Porém, em seu estado natural é extremamente prejudicial à saúde. Feijão cru possui uma substância chamada fitohemaglutinina, altamente tóxica para as aves. Por isso, lembre-se de cozinhar bem o alimento e não utilizar temperos antes do animal comer.
Talos, folhas e sementes de tomate
A polpa e o fruto do tomate são boas, saborosas e saudáveis. A maioria das aves adora comê-lo, mas o mesmo não se poder dizer dos talos, folhas e sementes. Essas partes do tomate são tóxicas e podem causar sérios problemas de saúde. Dessa forma, certifique-se de limpar e cortar cuidadosamente o tomate antes de oferecê-lo ao animal.
Cogumelos
Os cogumelos não são bons alimentos para os pássaros, pois são conhecidos por causar problemas digestivos. Além disso, o chapéu e os caules de algumas espécies desse fungo correm o risco de provocar insuficiência hepática, podendo matar o bichinho.
Evite a todo custo oferecer qualquer um desses alimentos proibidos para sua ave. Avise os outros membros da casa dos perigosos do consumo de cada um e, se possível, mantenha-nos em local altos e dentro de recipientes. Todo o cuidado é importante quando se trata da saúde do bichinho de estimação.
Fonte: http://canaldopet.ig.com.br/cuidados/comidas/2018-05-16/ave-alimentos-proibidos.html
Algumas espécies de aves são bem sociáveis e podem ser criadas fora da gaiola, como é o caso das calopsitas e dos papagaios. Nesses casos, é comum os donos deixarem eles soltos pela casa, interagindo com todos os familiares. O problema de dar muita liberdade ao animal é ele acabar comendo algum alimento proibido e ninguém perceber. Em outros casos, o dono oferece a comida sem saber as restrições.
Existem muitas comidas humanas que são consideradas venenosas para as aves. Algumas delas são prejudiciais à saúde e outras podem ser fatais. Para evitar que a ave sofra por causa de um mero descuido, é importante conhecer previamente os alimentos proibidos para deixá-los longe da dieta do pet.
Chocolate
Apesar de ser delicioso para os seres humanos, o chocolate é estritamente proibido para qualquer animal de estimação. Esse alimento é potencialmente tóxico e sua ingestão afetará o sistema digestivo do pássaro, que é intolerante a ele. Os primeiros sintomas são diarreia e vômito. Conforme a doença progride, o sistema nervoso será afetado, causando convulsões e até mesmo o falecimento do pet.
Álcool
É de se esperar que nenhum dono responsável ofereça álcool para seu pet. Porém, essa bebida está na lista porque existe a chance das aves curiosas encontrarem garrafas perdidas pela casa. A ingestão dessa substância afeta o sistema imunológico e os órgãos, podendo ser fatal. Por isso, mantenha a ave longe do alcance do animal e, quando for servido em casa, coloque-a na gaiola.
Alho e cebola
Esses alimentos são muito comuns na dieta do brasileiro, porém, quando se trata das aves, o consumo causará vômitos, diarreia e outros problemas digestivos. Dessa forma, evite guardar alho e cebola em locais baixos ou fora de recipientes fechados, isso aumenta a chance do animal conseguir pegar.
Sal e açúcar
Todos os animais precisam de sódio e açúcar na dieta, porém de maneira natural e controlada. O consumo dessas substâncias industrializadas e em grande quantidade pode levar a uma série de problemas, como danos digestivos e renais. Certifique-se de fiscalizar a quantidade de alimentos doces e salgados que são ingeridos pelo pássaro.
Cafeína
Todas as bebidas que contenham cafeína, como refrigerantes, café e chás são proibidos. Permitir que sua ave tome um gole do seu copo pode ser extremamente perigosos. A cafeína provoca diversos problemas cardíacos, como aumento da frequência do coração, arritmia, hiperatividade e parada cardíaca.
Abacate
Existe uma discussão sobre o grau de toxicidade do abacate. No entanto, como a casca e a poupa geralmente causam insuficiência cardíaca e hepática, é melhor prevenir e não oferecer à ave. Existem muitas outras frutas que fazem bem às aves, melhor dar prioridade a elas.
Sementes de maçã, peras, damascos, cerejas e pêssegos
Frutas como maçã, peras, cerejas, damascos e pêssegos contém pequenas quantidades de cianeto dentro das sementes. Esse mineral é altamente venenoso para aves e jamais deve ser ingerido. Por outro lado, o fruto e a polpa são recomendáveis para a dieta.
Na hora de oferecê-los, lave bem o alimento para retirar o máximo de agrotóxico da casca e corte para remover todas as sementes. Prefira dar a fruta em cubos.
Feijão cru
Não há nenhum problema em oferecer feijão cozido para a ave. Inclusive, é um alimento que ela aprecia. Porém, em seu estado natural é extremamente prejudicial à saúde. Feijão cru possui uma substância chamada fitohemaglutinina, altamente tóxica para as aves. Por isso, lembre-se de cozinhar bem o alimento e não utilizar temperos antes do animal comer.
Talos, folhas e sementes de tomate
A polpa e o fruto do tomate são boas, saborosas e saudáveis. A maioria das aves adora comê-lo, mas o mesmo não se poder dizer dos talos, folhas e sementes. Essas partes do tomate são tóxicas e podem causar sérios problemas de saúde. Dessa forma, certifique-se de limpar e cortar cuidadosamente o tomate antes de oferecê-lo ao animal.
Cogumelos
Os cogumelos não são bons alimentos para os pássaros, pois são conhecidos por causar problemas digestivos. Além disso, o chapéu e os caules de algumas espécies desse fungo correm o risco de provocar insuficiência hepática, podendo matar o bichinho.
Evite a todo custo oferecer qualquer um desses alimentos proibidos para sua ave. Avise os outros membros da casa dos perigosos do consumo de cada um e, se possível, mantenha-nos em local altos e dentro de recipientes. Todo o cuidado é importante quando se trata da saúde do bichinho de estimação.
Fonte: http://canaldopet.ig.com.br/cuidados/comidas/2018-05-16/ave-alimentos-proibidos.html
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